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Tuesday, August 16, 2011

Dia 22/11/2010 (Segunda-Feira) – Viagem Orlando Miami, Miami Heat e Bay Side.


Este dia era completamente sem compromisso, fora a viagem para Miami, claro. E mesmo para a viagem não tínhamos compromisso com horário. 

Tomamos café e almoçamos no Pop, para usar os últimos créditos do nosso maravilho Free Quick Service Dining Plan. Mesmo assim, sobraram umas três refeições e 26 snacks. As refeições conseguimos trocar cada uma por 3 sobremesas. O problema é que não tem quase nada que serve de sobremesa e que dá para levar. Acabamos pegando algumas bananas para a Ellerim, garrafinhas de água e potinhos de Froot Loops. Os Snacks que foram uma maravilha. Trocamos por pacotes de bala do pateta, que custavam US$ 3,95 cada. 

Colocar as malas no carro foi uma novela. Teve uma hora que eu achei que seria eu ou elas... mas o Mauro sempre consegue dar um jeito, pra ele é como um quebra-cabeças. 

Ele também ajudou a mãe e a Rô a ajeitarem um pouco o carro. A Rô tinha uma mala enorme da Sansonite, daquelas duras, e ocupava um lugar enorme no carro. A mãe reclamou com ela a viagem inteira por causa do tamanho da mala, e porque era uma mala antiga, e que ninguém mais usava aquele modelo. Mas a Rô disse que era uma mala nova, que o irmão dela tinha acabado de trazer de Londres. Eu até achei estranho, porque parecia mesmo uma mala de modelo antigo. Quando voltamos para o Brasil, uma das primeiras coisas que minha mãe fez foi perguntar para o irmão da Rô por que ele tinha comprado uma mala daquelas, pesada e enorme, difícil de carregar, e ele disse que não tinha comprado! A mala nova dele foi roubada em Londres, e ele tinha conseguido aquela mala velha com uma senhora de 90 anos! Kkkkkkkkkkkkk a gente quase morreu de rir da Rô, coitada! Se ela soubesse teria deixado por lá mesmo a mala. Bom, pelo menos coube tudo nos dois carros, mas daquele jeito bem brasileiro, totalmente lotado. 

Seguimos para Miami, e nos perdemos só uma vez (dificuldade de interpretar o GPS). Então, quando a gente estava no meio da viagem, a Ellerim começou a pedir para ir ao banheiro, e faltavam umas 15 milhas para a próxima Rest Stop. Eu perguntei para a mãe pelo walk talk (pegava de uma carro para o outro) o que ela achava de pararmos no acostamento, mas ela disse que não era uma boa idéia, porque a polícia apareceria logo em seguida. Olha, foi um desespero. Simplesmente não tinha o que fazer, e ela desesperada, e a gente não chegava nunca, foi horrível. Depois disso eu decidi que sempre vou levar uma fralda quando fizer esse tipo de viagem nos EUA, para não ter que passar por isso. 

O resto da viagem foi bem tranquila. Chegamos em Miami perto das cinco horas, e fomos direto para o Hotel, o mesmo da chagada, Holiday Inn Port of Miami. Eu adorei esse hotel, e achei a localização fenomenal. Fica bem em frente ao Bayside, pertinho da AA Arena onde acontecem os jogos e shows, e fica muito perto da principal rua de compras de Miami. 

O Mauro ficou super feliz, porque chegamos a tempo de pegar o jogo do Miami Heat, na American Airlines Arena. Como o estacionamento do hotel é fechado e com guarda, tiramos do carro só a mala meio vazia, que tinha as roupas separadas para usarmos em Miami e na viagem, e todas as roupas velhas que deixaríamos lá. O clima em Miami estava bem mais quente que em Orlando. 

Fomos todos para o Bayside. A mãe, a Rô e a Manu ficaram ali, e nós três seguimos o fluxo de centenas de pessoas até a AA Arena, para tentar comprar um ingresso para o jogo. 

Conseguimos ingressos na bilheteria por US$ 28. Super baratos. Mas os lugares eram lá onde o gato perdeu as meias.Tinha bastante fila para entrar por causa da revista das bolsas, e logo que entramos na fila um funcionário nos chamou para passarmos pelo lado por causa da Ellerim, que estava no carrinho. Então a gente teve que deixar o carrinho da Ellerim no guarda-volumes, porque não pode entrar com carrinho. 






Depois fomos no restaurante do segundo andar e compramos dois cachorros quentes, uma  Bud Ligth e uma Coca Cola no copo souvenir (custa US$ 6). 


Daí a gente subiu, subiu, subiu e subiu mais um pouco para chegar nos lugares. Nossa, é muito alto, ficamos mais alto que o telão! Chega a ser até engraçado. Mas o mais incrível é que mesmo dali dava para ver o jogo perfeitamente. Eu nunca tinha ficado tão alto, e achava que deveria ser péssima a vista. Mas não é não, até que dá para ver bem. Só que a arquibancada é muito íngreme, dá medo de cair.




O jogo já tinha começado, e fiquei feliz de ver que o DJ do Heat é bem mais legal que o do Orlando Magic (o do Orlando é muito paradão). Nesse jogo eu tirei todas as minhas dúvidas de que o Mauro é mesmo o maior pé frio. Além de o Miami Heat perder, o LeBron James não jogou nada! Foi o maior fiasco.







No terceiro quarto eu saí com a Ellerim, porque tinha combinado de jantar com a mãe e a Rô (e porque a Ellerim já estava inquieta, e começou a querer pular por ali e eu já imaginei ela voando lá pra baixo). O Mauro ficou, e nós duas voltamos para o Bayside. Chamei pelo Walk Talk, e as três estavam já no Hard Rock Café. Ficamos por lá um pouco, e depois fomos passear pelo Bay Side, que está bem bonito. Compramos mochilas para a Ellerim e a Manu. Por incrível que pareça eram mochilas feitas no Brasil, mas que lá custavam bem menos! É uma mochila de um material mais firme, e lavável, que tem em vários formatos como carro de fórmula 1 e bonecas. Além de ter saído um pouco mais barato do que no Brasil, ainda veio com a lancheira junto (saiu US$ 80 com taxas). Depois, fomos tomar um sorvete num restaurante que fica bem de frente para os barcos, e ficamos por ali aproveitando nossa última noite, sentadas em sofás bem confortáveis. Foi ali que o Mauro nos encontrou mais tarde, para voltarmos para o Hotel, para nossa última noite nos EUA. Na noite seguinte embarcaríamos para o Brasil.  

Sunday, January 2, 2011

03/11/2010 - Passeando por Miami

Enfim, confusão esclarecida, reserva encontrada, a atendente autorizou o check in às 10 da manhã!!!! Que maravilha (o horário do check in era 3 da tarde). E ainda no quarto do lado do quarto da mãe e da Roberta. Gostamos do quarto, com vista linda.


A Ellerim já ficou muito, muito feliz quando encontrou a prima Manu, e as duas já começaram a fazer a maior bagunça de felicidade. Tomamos banho enquanto a mãe e a Rô foram tomar café. Eu falei pro Mauro ficar descansando, mas ele não quis de jeito nenhum. Então, meio dia e meia saímos para passear pela Biscayne Boulevard, sem qualquer plano de compras... mas de repente, não é que aparece uma Ross bem na nossa frente! Impossível resistir né, só uma olhadinha que, claro, virou um carrinho cheio! Meias da Nike, um monte de vestidos da Calvin Klein, vestidos pra Ellerim etc.


Quando a gente viu já eram três e meia, e todo mundo faminto. Fomos para o Bay Side, e almoçamos no Hard Rock Café. Somos fãs de carteirinha desse restaurante, e pedi o de sempre, o Legendary 10oz. Mas estava muito gorduroso, meio adocicado e apimentado. Não gostei muito.



Depois passeamos muito pelo Bay Side, que estava lindo. Eu adoro aquele clima, de frente para a baía, música ao vivo, tudo muito legal. Já fizemos compras na Disney Store, que estava ótima, muito mais barata que o parque, mesmo preço da loja da Disney on line. Quando fomos para o Hotel (só atravessar a rua), eu já estava muuuuito cansada, e era cerca de sete e meia (a Mãe e a Roberta ficaram ainda fazendo compras, e nós subimos com a Ellerim e a Manu). A Ellerim capotou às nove horas, e dormiu a noite inteira aquela dorminhoca. Eu e o Mauro fizemos café na cafeteira do quarto, arrumamos as compras (que delícia) e fomos dormir.   



03/11/2010 - Chegando em Miami

Chegamos em Miami, viva!!! Depois de um ano planejando, de muitos meses na “contagem regressiva” finalmente chegou a nossa vez, e eu estava ali, pisando naquela terra maravilhosa, mostrando tudo pra Ellerim, e ela feliz da vida de mãos dadas comigo e com o Mauro. Que sensação maravilhosa! Desembarque perfeito, e o carrinho da Ellerim tava esperando na porta do avião!!! (nas cias brasileiras eles mandam o carrinho para a esteira das malas). Eu e o Mauro, já por tradição familiar, pegamos a fila mais demorada na alfândega... acho que levamos uma meia hora! Todo mundo das filas do lado passando e a gente ali... Mas foi tranqüilo. Daí eu travei uma luta com a Ellerim, porque ela queria muito fazer xixi, mas ficou apavorada com o tamanho do vaso, que tinha um buraco na frente (que quase cabia ela sentada) e ainda deu descarga sozinha quando ela foi sentar... ela ficava pulando de vontade de fazer xixi, e chorava que queria voltar para a casinha dela para fazer xixi, e depois a gente voltava pra Disney, e eu já quase colocando ela à força, e quando ela finalmente aceitou sentar o xixi voou por aquele buraco na frente e molhou toda a calça dela... tadinha, ela ficou muito chateada. Lá saí eu correndo do banheiro com ela pelada da cintura pra baixo, pra procurar o Mauro, morrendo de medo de ser presa. Xixi happens... Depois do “incidente”  Foi fácil pegar as malas e encontrar o shuttle para o Rent a Car. É só seguir as placas, não tem como errar. Chegamos na Alamo e, não sei como, mas depois de uma noite sem dormir o cara convenceu a gente a pagar US$ 350,00 a mais para pegar um carro maior e com tanque de gasolina pago. Pedi ainda o Sunpass, por US$ 6,00, para não precisar parar nos pedágios (muito bom se tivesse dado para usar, mas como a mãe e a Roberta não compraram e elas sempre seguiam a gente acabamos não usando nem uma vez...).    
Pegamos nosso carro. Tem uma fila de carros da categoria escolhida e a atendente manda escolher qualquer um, que a chave está na ignição. Eram todos parecidos, e escolhemos um Chevrolet com o porta-malas bem grande. Colocamos a cadeirinha que a atendente trouxe na hora (é mais barato comprar, o aluguel sai US$ 70,00, mas acabamos pagando pela comodidade). Ligamos o GPS, e tudo funcionou! 15 minutos depois já estávamos na frente do Hotel Holiday Inn Por of Miami, na Biscayne Boulevard. Que vista linda! O Bay Side, a AA Arena, tudo lindo... só não achamos a entrada do estacionamento. Sem estress... três voltas na quadra depois descobrimos que era o estacionamento nos fundos do hotel, que entra pela rua do lado, e que estava fechado porque tinha guarda. Estacionamos, e eu já abandonei o Mauro no estacionamento com as malas porque agora a Ellerim queria fazer o nº 2... lá saí eu correndo com ela pra procurar o banheiro, que já era bem na entrada dos fundos. Depois, esqueci do Mauro e fui direto para o Lobby fazer o check in, e já encontro a mãe (que tinha chegado de madrugada, com o vôo da Copa). Legal! Tudo começando bem! Daqui a pouco chega o Mauro querendo saber o que aconteceu, porque eu esqueci de voltar pra pegar ele rsrsrsrsrs, coitado! Ele fica sempre estressado no início da viagem, porque ele acha que não fala bem inglês, e que precisa de mim, mas é bobagem, ele sempre consegue se comunicar. Peguei a fila preferencial do Priority Club Rewards do Holiday In (que na verdade era fila nenhuma, porque não tinha ninguém na fila do check in). A atendente levou uns 20 minutos para encontrar minha reserva, nisso minha mãe ficou dizendo que era uma bobagem eu pegar quarto se já iríamos para Orlando (?!?!?!). Levou um tempo até eu entender que ela não tinha lido o roteiro que eu levei 3 meses pra fazer e que mandei pra ela umas 20 vezes, e ela não sabia que a gente só viajaria para Orlando no dia seguinte. Afffe, mães!!!!