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Sunday, June 12, 2011

Dia 19/11/2010 (Sexta-feira) – Epcot com Horas Mágicas


O dia começou cedo de novo. Encontramos a mãe e a Rô no restaurante do Pop, mas só paramos para pegar o café com a Mug, e já fomos para a fila do ônibus. O restaurante estava simplesmente lotado, e logo perdemos elas de vista, então seguimos para o ponto de ônibus, que já tinha uma baita fila. Perdemos o primeiro ônibus para não ir em pé, mas logo chegou o outro.

Chegamos no parque logo depois de abrir. Foi uma pena, porque não conseguimos descobrir se afinal o Epcot tem alguma contagem regressiva ou não. Eu ouvi dizer que os cast members do Soarin vão esperar os convidados na entrada do parque e acompanham todos até o The Land, para evitar que todo mundo saia correndo em debandada até lá. Mas acabamos perdendo a entrada e não pude confirmar se isso acontece todos os dias. Logo liguei pra mãe no Walk Talk, e ela já estava a caminho de pegar o FastPass para o Soarin, e esperou a gente no corredor em frente ao Character Spot, o lugar em que ficam os personagens para tirar fotos. Então, a mãe e o Mauro foram para o Soarin pegar o FastPass, enquanto eu fiquei na fila com a Ellerim, para tirar fotos com os personagens. Ficam ali o Mickey, a Minnie, o Pateta, o Donald e o Pluto. Mesmo sendo cedo, ficamos mais de 20 minutos na fila, e quando chegou nossa vez o Mauro ainda não tinha chegado. Tiramos as fotos só nós duas (e viva o PhotoPass), e a Ellerim já estava bem feliz, mas nada do Mauro. Eu imaginei que ele e a mãe tinham decidido ir uma vez no Soarin. 




Assim que terminamos de tirar as fotos os dois chegaram, e por incrível que pareça eles tinham ficado o tempo inteiro na fila, não do brinquedo, mas do FastPass! Nossa, já deu para ter uma idéia de como seria o dia. A mãe resolveu seguir sozinha de novo, para aproveitar um pouco o parque, e a Rô já tinha seguido também com a Manu, porque ela queria tirar esse dia inteiro para aproveitar e tirar todas as fotos com todos os personagens possíveis. Então, ficamos só nós três. Resolvemos aproveitar o clima, que estava maravilhoso, para passear pelo future World. Quase sempre a gente passa por essa parte do parque correndo de brinquedo em brinquedo, e não tem tempo de apreciar o quando tudo é lindo. As construções, flores para todos os lados, e um clima incrível. Com certeza, o Epcot é o meu parque favorito. Acho que eu poderia ir todos os dias, e não ia cansar nunca. Tiramos várias fotos com as topiarias de natal, principalmente a do Pluto e do Pateta, muito fofas. E a árvore de natal em frente ao lago também é uma baita visão. 





Já tínhamos feito o Future World no outro dia, e agora resolvemos só passear um pouco, e fomos apenas uma vez no Imagination, para a Ellerim ver o Figment de novo, e uma vez no Spaceship Earth, e a Ellerim conseguiu ficar bem retinha para aparecer na foto. Perto das onze seguimos para a entrada do México, mas não conseguimos chegar até nosso destino. A Ellerim parou num canteiro, e quis ficar brincando ali. Como o dia estava lindo, e o World Showcase ainda não tinha aberto, ficamos por ali mesmo. Eu e o Mauro sentamos no banquinho, e a Ellerim ficou feliz da vida correndo sem parar ao redor do canteiro. Mas depois de meia hora ali ela ainda não queria ir embora, e foi um sufoco seguir adiante. 






Acabamos voltando pelo Odyssey Center, aquele caminho que passa em frente ao Baby Care Center, para almoçar rapidinho no Electric Umbrella, já que nos primeiros países não tem nada que a Ellerim coma. Este é um restaurante tipicamente americano, com todos os burgers e nuggets tradicionais, e o bom é que tem banheiro dentro do restaurante. Quem tem filhos sabe que eles sempre querem ir ao banheiro quando a comida chega! Depois fomos passear pelos países, um a um. Eu adoro dar a volta ao mundo! Nesse dia a Ellerim não quis pintar o ursinho nenhuma vez, queria só pegar os carimbos. Na Noruega fomos no Maelstrom, mas a Ellerim não gostou muito das partes mais sombrias. 


Na China, acabamos parando para assistir o cinema 360º. Ainda faltavam 12 minutos, e não tinha quase ninguém. Mas ficamos por ali mesmo para passear pelo museu ao lado, onde tem as miniaturas do Exército de Terracota, e ainda alguns soldados em tamanho natural e réplicas de vários artefatos. Achei bem legal esse museu, e nunca tinha visto. A Ellerim gostou de ver tudo, mas estava um pouco inquieta. Logo começou o filme, e ela pediu para ficar no meu colo, para ver melhor. A primeira metade ela adorou, mas depois ela disse que já podia acabar. É muito bonito, mas realmente podia ser um pouco mais rápido.




Saímos pela loja da China e continuamos passeando, e acabamos parando na Alemanha para mais uma sessão de Karamell Küche com café. Ahhh, que delícia esses doces com caramelo, um sonho! 


Já estava ficando um pouco tarde, mais ou menos duas horas, e resolvemos então voltar para o hotel, para tomar um banho de piscina, já que estava bem quente. Como era dia de horas mágicas, resolvemos dar uma parada no meio do dia, e voltar mais tarde. A Rô também ía para o Hotel. Quando estávamos saindo, encontramos com a Rafaela, o Paulo, a Thais e o Fabiano. Ficamos um tempão conversando em frente à árvore de natal, enquanto a Ellerim ficava correndo pra lá e pra cá. Até que uma hora ela veio correndo, e um cara sem querer deu uma baita rasteira nela. Ela voou no chão, ralou as mãos e, claro, caiu num berreiro. O cara ficou apavorado, não sabia o que fazer e ficava pedindo desculpas, mas eu fico bem calma nessas horas. Quando eu voltei com a Ellerim pra perto do pessoal o Paulo estava perguntando pro Mauro se ele queria ajuda pra encher o cara de porrada, rsrsrsrs. Bom, depois disso acabamos nos despedindo, e fomos pegar nosso ônibus para o hotel. Chegamos mais ou menos às três da tarde, e é incrível como o Pop é mais frio que os parques. Estava bem fresquinho, mas eu já tinha prometido que teria piscina, e não podia voltar atrás. Encontramos com a Rô e a Manu, trocamos de roupas e fomos para a piscina. O Mauro ficou no quarto descansando. Eu e a Ellerim fomos para a piscina infantil. Não é bem uma piscina. Todo o chão é de uma material tipo uma borracha, e não machuca se a criança cair. E o chão vai inclinando até ficar um pouco mais fundo no meio, e ali fica a água, e sai água do chão nessa parte. A Manu e a Rô foram para a piscina grande, mas eu achei que a água estava bem fria. Eu levei vários brinquedinhos de água, e a Ellerim ficou brincando, enquanto eu fiquei lendo meu Harry Potter, e depois a Manu veio também, e foi bem divertido. Eu ainda não sabia como fazer com as toalhas, porque não tinha ali à disposição. Fui perguntar para um atendente, e ele me disse que era só pedir para qualquer camareira, e depois devolver numas caixas que tinha na frente da piscina, escrito “Towels Return”, ou deixar no quarto. Já pedi as 4 toalhas, e a camareira me entregou na hora. Voltamos para o quarto enroladas nas toalhas, mas tinha bastante vento, e ficou bem frio. Descansamos um pouco, mas já estava na hora de se arrumar e voltar para o Epcot, para o IllumiNations. Voltamos de ônibus de novo, e chegamos às sete horas. Já estava escuro. Eu tinha esquecido de levar o endereço da foto que eu e o Fábio, meu sobrinho, temos naquelas pedras na entrada. E sem endereço é impossível encontrar... menos pro Mauro, claro. Eu já disse que ele é mágico né. Ela tinha visto já a foto em 2008, e disse que ía encontrar. E não é que ele conseguiu mesmo! Incrível. 



Tiramos uma foto e seguimos até aquele lugar que tem luzes coloridas no chão, muito bonito. Eu não sei onde fica isso, pois procurei nas outras viagens e não achei em lugar nenhum. Dali liguei pra mãe, e ela disse que estava bem em frente daquela loja em frente ao lago, no Showcase Plaza. 



Fomos até lá, e ainda esperamos uma meia hora pelo show. Quando assisti pela primeira vez este show, achei fenomenal e nem um pouco cansativo. Mas hoje eu acho um pouco longo. Muito tempo atrás tinha uma parte inicial em que cada país era iluminado, um por um, e demorava um tempão. Eles tiraram esta parte, e ficou melhor. Mas ainda acho que as projeções no globo poderiam ter 1/3 do tempo. Eu gosto mesmo da parte dos fogos. Eu aaaamo os fogos! Quando terminam a gente fica com uma sensação de adrenalina, satisfação e felicidade, e é uma delícia. Eu fico me achando o máximo por estar ali. Depois do show a mãe quis voltar para o hotel, já que ela estava direto no parque, e ela concordou em levar a Ellerim junto. Oba! Eu e o Mauro poderíamos aproveitar o Soarin e o World Showcase nas horas mágicas! E foi ótimo também porque no dia seguinte a Mãe e a Rô iriam com as crianças para o Busch Gardens, e eu e o Mauro iríamos fazer um tour pelos hotéis da Disney.  Mas a mãe não quis levar o carrinho junto, então ficamos nós dois carregando o carrinho vazio. Fomos direto para o Soarin, usar o fast pass que pegamos de manhã. O FastPass era para a metade da tarde, mas como eles não expiram, usamos sem nenhum problema. A fila, claro, ainda estava enorme, mas abriram novamente o FastPass de horas mágicas, e já pegamos mais um. Eu amo essa atração, acho uma sensação maravilhosa. Sobrevoar San Francisco, levantar os pés para não bater na copa das árvores e nas ondas do mar, sentir o cheiro das laranjas. Mas pegamos um lugar bem do lado, e na segunda fila. Não é tão legal quanto ficar no meio, mas mesmo assim foi uma delícia. Nós percebemos uma falha na tela, um risco, que antes não tinha. Saímos dali e fomos para os países, começando pelo Canadá. E fomos apenas curtindo e aproveitando, país por país. Na França paramos para comprar duas taças de Beaujolais Village, que é um dos vinhos mais baratos, por US$ 6 a taça. O parque estava lindo, e completamente vazio. Parecia até estar fechado. 




Acho que todo mundo passa as horas mágicas no Future World, que estava cheio. Sentamos em um banco para tomar nosso vinho, conversar e ficar aproveitando a paisagem, lembrando de nossas outras viagens, principalmente de Paris. Depois, na Itália, foi a vez do Chianti e relembrar nossa viagem para a Toscana. Tudo maravilhoso. O Mauro estava super animado, fazendo as palhaçadas dele de sempre, principalmente quando chegamos naquela parte que tem algumas coisas africanas, com um jeep e uns tambores. 



Continuamos passeando até o México, que também estava vazio. Fomos 3 vezes nos Three Caballeros, que eu amo. Como estava vazio, fomos na primeira fila do carrinho, e os cast members estavam super simpáticos e fazendo brincadeiras. Ah, como a gente estava usando o boton de aniversário de casamento (a gente deixou a viagem inteira preso na bolsinha de viagem que a gente carregava com os documentos e dinheiro) todo mundo ficava dizendo “Happy Anniversary”. 






Quando olhamos o relógio, já era super tarde, faltavam uns 40 minutos para fechar o parque, e a gente nem tinha jantado. Paramos rápido no Electric Umbrella de novo (pena, porque eu estava esperando um jantar um pouco mais romântico), pegamos dois sanduiches Angus e fomos comendo no caminho mesmo até o Soarin, que fica bem longe. Chegamos lá bem na hora, e fomos mais uma vez no brinquedo. Pensei que talvez a sensação não fosse ser tão legal (quase nunca é na repetição dos brinquedos), mas foi ótimo do mesmo jeito. Foi muito legal esse passeio, só nós dois. Quando estamos com as crianças, a nossa atenção fica fragmentada, porque a gente não tira o olho das crianças o dia inteiro, mas sozinhos pudemos realmente curtir os detalhes. Eu estava realmente feliz nessa hora, completamente realizada, com aquela sensação de “meu deus, eu realmente estou aqui”. Era nosso penúltimo dia de parque, e último dia de Epcot. Na hora, eu não fazia idéia de que ia voltar tão cedo pra Disney. Então, fomos saindo do parque bem devagar, tentando olhar todos os detalhes, as luzes no chão, as águas dançantes, a bola iluminada, as lojinhas com um milhão de produtos divertidos que são a cara da Disney, tudo simplesmente mágico. É um lugar emocionante, feliz, lindo, It’s my place on Earth!        


Friday, January 7, 2011

Dia 13/11 (sábado) – Epcot - World Showcase


Resolvemos então ir dar uma volta ao mundo (ai que delícia!). Começamos pelo Canadá, e já paramos no Kidcot, que fica no final do jardim (antes de chegar no país mesmo). A Ellerim adorou isso. Em cada parada eles carimbavam e escreviam o nome da Ellerim em várias línguas na haste de madeira que segura o ursinho Duffy (antigamente eram máscaras que as crianças pintavam, e hoje substituíram por esse novo personagem, Duffy Bear). 



Acho fantástico isso, eles arranjam um divertimento super legal para as crianças mesmo nessa parte do parque. Além das paradas para as crianças pintarem (as Kidcots) tem ainda o passaporte que pode ser comprado em qualquer país, e você vai carimbando de país em país, e também vários personagens para tirar fotos ao longo dos países. A gente sempre dava uma passadinha nos Kidcots, e depois a Ellerim acompanhava a gente mais calminha no resto do país. Eu adoro essa parte do parque, acho que o Epcot é meu parque favorito por causa do World Showcase. Mas eu ainda queria ir ali só com o Mauro, porque nunca tínhamos passeado pelos países sozinhos, e é um lugar tão romântico... decidi que isso aconteceria antes do final da viagem (vantagens de se viajar com a mãe). E assim fomos passeando pelos países, só aproveitando e curtindo. Pena que perdemos os Beatles (vimos eles indo embora). 





No Japão as atendentes são excepcionalmente atenciosas. Nunca recebi tantos “Happy Anniversary”, era só olhar que elas diziam sorrindo “Happy Anniversary”, uma graça. E os produtos da Hello Kitty são bem fofos (tem um monte de coisas). Mas o banheiro do Japão é péssimo (o pior de todos os parques da Disney). 



Continuamos passeando e neste caminho a gente descobriu por que a bebida alcóolica precisa ser muito cara, mas muito cara dentro dos parques. Bom, era festival de comida e vinho, e o parque estava LOTADO por causa disso, e com muitos casais sem filhos, que foram exatamente para comer e beber (pareciam casais de pais que estavam sem os filhos), e passamos por alguns grupos bem barulhentos. Um grupo tava particularmente “animado”, eles riam, cantavam alto e dançavam. Embora fosse alegre, não era uma cena que combinava muito com parque (acho que bebedeira não pega muito bem ali). Depois fomos visitar a nova parte da Itália, que ficou linda. Quando chegamos na Alemanha eu já estava com fome (providencial, já que chegamos na Karamell Kuche). Liguei pra mãe pelo walk talk, e combinamos de se encontrar ali, bem na frente do lago, onde tem umas mesas de madeira com bancos. Fui correndo nos Estados Unidos comprar nuggets pra Ellerim, entreguei pro Mauro e fui pra fila (enorme) do Karamell Kuche e já encontrei a mãe, e compramos um mooooonte de coisas... nossa, de matar. O Mauro deixou eu escolher tudo, e peguei o morango (que é imenso, coberto de chocolate ao leite ou meio amargo, nosso preferido, e com listras de caramelo), também o marshmallow com cobertuta igual, um pretzel comprido também coberto de chocolate e caramelho, um caramelo puro e um fudge de chocolate com caramelo (tá... é verdade que a gente não conseguiu comer tudo... mas, puxa, era tudo novidade, e tudo snack do plano de alimentação! Valia à pena tentar né...). O Mauro levou um susto quando viu a bandeja! Eu tava tão atracada na comida que nem vi o que a mãe e a Rô pegaram e até esqueci a foto... 


Comemos tanto quanto conseguimos. E a Ellerim tava feliz da vida por encontrar a prima de novo. Aproveitei e fui na lojinha de cristais, que eu amo, e comprei brincos lindos. O Mauro chegou, e quis comprar duas taças de cristal de vinho tinto, uma que o pé é o Mickey e a outra que o pé é a Minnie, e escrito nossos nomes (nós já tínhamos um par em casa, da viagem anterior, e sempre usamos em ocasiões especiais, e o Mauro deu a idéia de começarmos uma tradição, de comprar um par a cada viagem). Achei a idéia fantástica, e compramos então as duas taças, de um lado gravado o logo do Epcot (o anterior era do MK) e do outro o meu nome na da Minnie, e o nome do Mauro na do Mickey. Também compramos um copo pra Ellerim, com a Minnie desenhada e o nome dela. As taças e o copo seriam entregues no outro dia na lojinha do hotel (coisa boa não precisar carregar nada). Continuamos o passeio, e por fim chegamos no México, que é um dos meus países preferidos (perde só pra França). Adoro aquela pracinha, me faz lembrar da nossa lua de mel em Cancun. 





Lembro ainda da primeira vez que entrei na pirâmide, e fiquei de boca aberta, porque lá dentro era noite! Aquele vulcão no fundo, a pirâmide atrás do rio, os barquinhos passando. Nossa, lindo demais. A única coisa que achei estranho foi o céu. Já tinha notado na minha última viagem, mas achei que estava em manutenção. Antigamente o céu do México e dos Piratas do Caribe imitavam mesmo uma noite, a gente não via o teto. Agora, embora seja escuro, a gente consegue ver o teto... não sei, alguma coisa mudou no céu. Bom, mas continua lindo. Fomos então no passeio de barquinho, o Grand Fiesta Tour, e estava ainda mais lindo do que lembrava. Eu adoro mesmo esta atração, uma mistura de cenário e vídeos divertidos, passando por diversas paisagens do México como Acapulco, as pirâmides Mayas, e a Ellerim amou também. 





Saímos dali para a bola, que nesse horário já estava sem filas. Fenomenal este brinquedo. O Mauro foi com a Ellerim, e eu com a mãe. Uma delícia de atração, passar pela história da escrita e da imprensa, e depois ver o nosso futuro que a gente escolhe naquela parte interativa, bem divertida (e legal que até o áudio é em português!). E eu viajo naquele espaço estrelado. Daí, quando saímos, já eram oito horas, e a gente queria sair antes do IllumiNations (iríamos assistir no outro dia), para não pegar uma fila tão gigantesca no ônibus. Mas antes eu, a Rô e a mãe fomos para aquela loja grande comprar fantasias de princesas para o dia seguinte, que tinha almoço no Royal Table. Mas não foi fácil... era final de um dia de parque cheio, e estava tudo em falta (o que tinha vestido no tamanho não tinha coroa e assim por diante). Acabei comprando o vestido da Cinderella, e a Rô comprou da Yasmin. Vi que era tudo exatamente o mesmo preço de comprar na Bibbidi Bobbidi Boutique, a diferença é só o serviço (na Bibbidi Bobbidi você paga $ 59 pelo cabelo, maquiagem e unhas, e o resto é o preço da fantasia e acessórios que você escolher, e o preço destes é o mesmo em todas as lojas da Disney). Enquanto eu comprava o Mauro ficou brincando com as crianças naquelas luzinhas que acendem no chão, e agora tem algumas novas, coloridas, com formas espirais. Saímos do parque quando a música do show tava começando, e pensamos que estaríamos sozinhos... mas que nada! Tinha muuuuita gente saindo do parque (quem é que sai do parque bem na hora do show?!!?!?? Que povo doido...). Por essa eu não esperava... acabamos conseguindo pegar só o terceiro ônibus pro Pop... ainda bem que veio um atrás do outro. A idéia era jantar no restaurante do Hotel, mas quem disse que a gente conseguia comer alguma coisa depois da Karamell Kuche!!! Bom, mesmo assim a gente tentou né, porque somos persistentes... e também ficamos um tempão na lojinha do hotel. As crianças (que inclui o Mauro) brincaram no fliperama e tomamos muito café e quando a gente viu já passava das onze e meia... foi um dia muito bom, mas a gente precisava dormir, porque no dia seguinte tínhamos nosso café com a Rafaela e a Marcinha às oito da manhã.